YOGA - Saúde - Bem Estar


Yoga na Gravidez

Yoga pré-natal auxilia a futura mamãe a criar um vínculo com o bebê ainda no ventre e a prepara para o trabalho de parto.

 

Médicos e outros profissionais da área de saúde são unânimes em relação aos benefícios que o Yoga promove durante o período pré-natal. Sintomas como dores lombares, nos tornozelos, nas articulações, respiração curta e até mesmo as alterações de humor são amenizadas com as aulas de yoga, além de aproximar a mãe do bebê.

Dentre os principais benefícios mentais, o autoconhecimento se torna fator essencial para gestante que pratica Yoga, além de estimular o relacionamento entre mamãe e bebê.

Entre os resultados, as aulas preparam o corpo para as transformações físicas durante a gestação e ensinam alongamentos que aliviam dores na coluna. A respiração consciente ajuda a energizar o bebê, pois é fundamental que o bebê não entre em sofrimento fetal durante o trabalho de parto. O trabalho do períneo facilita o nascimento. Os exercícios para as pernas e braços ativam a circulação endovenosa, evitando varizes, micro-varizes e inchaço dos pés e das mãos.

Para a terapeuta especializada em Yoga pré-natal, Maria Augusta de Lourdes da silva Teixeira, o Yoga ajuda não só a atenuar, mas também evita os sintomas desagradáveis da gravidez que, segundo ela, na maioria das vezes, é uma falta de cuidado que a mulher nunca teve com o corpo e só lembra de fazer alguma coisa quando está grávida.  

O parto exige muito da mulher. Cada parte do corpo deve ser trabalhada e fortalecida em um estágio da gravidez, como aprender a controlar a respiração, executar asanas, pois a força física será muito importante na hora do parto e também melhorar o alongamento e flexibilidade da pelve a fim de facilitar a descida do bebê. Os pranayamas que são os exercícios respiratórios ajudam a administrar a dor nas contrações, assim como a meditação contribui para o relaxamento e concentração.

Fonte: Prana Yoga Journal - Especial Yoga e Gravidez. 



Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 21:24
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Alimentação adequada para o Verão

REDUZA AS FRITURAS. NO VERÃO O SEU CORPO NÃO NECESSITA DE MUITAS CALORIAS. PRECISAMOS DE MAIS CALORIAS PARA SOBREVIVER NO INVERNO DO QUE NO VERÃO.

RELAXE! VOCÊ NÃO IRÁ REDUZIR OS QUILOS NECESSÁRIOS DURANTE O VERANEIO. NÃO FAÇA DIETAS RESTRITAS.

DESCUBRA AS COISAS QUE LHE DÃO TANTO PRAZER QUANTO À COMIDA. EXPERIMENTE FAZER ALGUM EXERCÍCIO NOS HORÁRIOS EM QUE O SOL NÃO ESTIVER TÃO FORTE. PROCURE ENVOLVER SEUS FAMILIARES NO NOVO ESQUEMA ALIMENTAR.

INICIE SUAS REFEIÇÕES COMENDO ALIMENTOS CRUS, DO TIPO UMA SALADA BEM VARIADA.

NÃO INGIRA EXCESSO DE LÍQUIDOS COM AS REFEIÇÕES, POIS OS LÍQUIDOS ATRAPALHAM A DIGESTÃO.
NÃO SE ILUDA COM AS BEBIDAS ALCOÓLICAS. ELAS SÃO MUITO CALÓRICAS.

ALIMENTOS EXTREMAMENTE GELADOS ATRAPALHAM A DIGESTÃO. EVITE INGERI-LOS DURANTE A REFEIÇÃO.

NO FINAL DA REFEIÇÃO NÃO FIQUE NA MESA FAZENDO HORA
NÃO SUBSTITUA AS REFEIÇÕES PRINCIPAIS POR SUCOS. APESAR DE POUCAS CALORIAS, ELES NÃO SACIAM A FOME E NÃO CONTÊM TODOS OS NUTRIENTES DE QUE VOCÊ PRECISA.
MASTIGUE BEM OS ALIMENTOS.

LEMBRE-SE SEMPRE DE QUE O OBJETIVO PRINCIPAL DO TRATAMENTO É A MUDANÇA DE HÁBITOS DE VIDA. OS ANTIGOS HÁBITOS CONTRIBUÍRAM PARA FAZÊ-LO ENGORDAR.

ESTABELEÇA OBJETIVOS REALISTAS PARA O SEU PROGRAMA DE EMAGRECIMENTO. EVITE A PRESSA, PORQUE TALVEZ A REDUÇÃO DE PESO NÃO ACONTEÇA NO VERÃO.
NÃO PERSIGA METAS IMPOSSÍVEIS. PESO IDEAL É AQUELE QUE VOCÊ CONSEGUE ATINGIR E MANTER, DE FORMA SAUDÁVEL.

EM QUALQUER ESTAÇÃO, NÃO EXISTE ALIMENTO PROIBIDO, MAS QUANTIDADES PROIBIDAS.

EVITE OS CARBOIDRATOS NO JANTAR. DURANTE O SONO, O METABOLISMO É MAIS LENTO E O GASTO ENERGÉTICO, MENOR.

Coma sempre em ambientes tranqüilos e livres das tensões do dia-a-dia.
Não faça suas refeições quando nervoso, cansado ou agitado. Emoção e comida andam juntas.
Mastigue bem os alimentos.
Concentre-se naquilo que come. Aprecie o sabor, cor, aroma e textura dos alimentos.
Não ingira excesso de líquidos com as refeições, pois os líquidos atrapalham a digestão.
Coma sempre em local certo (por ex. à mesa).
Evite ler ou ver televisão enquanto se alimenta.
Inicie suas refeições comendo alimentos crus.
Coma bastante variedade de grãos, vegetais e frutas. Assim você poderá ter a certeza de que estará sempre bem alimentado.
Ingira frutas inteiras. Elas têm mais fibras que os sucos. Além disso, mastigar facilita a assimilação de todos os nutrientes.
Evite gorduras saturadas. Usar óleo de arroz, canola, milho, girassol.
Não frite carnes. Procure assar, cozinhar ou grelhar.
Use e abuse dos temperos naturais: salsa, cebola, alho, coentro, manjerona, cebolinha, louro, manjericão, orégano, e limão, entre outros. Eles aquecem a nossa alimentação.
Procure esquecer as sobremesas. Elas são dispensáveis.
Reduza os alimentos que contenham açúcar refinado na composição.
Não se iluda com as bebidas alcoólicas. Elas são muito calóricas.

Dr. Carlos Lampert Filho
Nutricionista CRN2 2580
Blog:           www.blogcomidasaudavel.com.br
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E-mail:          nutri.c@terra.com.br  ou   nutricionistacarlos@gmail.com

Endereço: Rua Brasil, 680 Canoas-RS Fones: 34665531 ou 99830234. 



Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 17:25
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Ondas de luz

Por: Jaimal Yogis

O surf dá aos yogis uma experiênca externa do Yoga. E o Yoga dá aos surfistas o ‘algo mais’ quando eles estão na prancha ou na vida.

Tradução: Greice Costa

Enquanto volto ao meu chalé depois de surfar horas de luz – algas verde-neon sob meus pés e um céu rosa-escuro – nenhuma outra palavra parecia capaz de entrar na minha mente além de “obrigado”.


É um pensamento que tive muitas vezes no meu tapetinho de Yoga também. Nesse caminho, encontrei um amigo surfista fazendo uma postura da cobra sobre uma rocha plana na praia.


“Sem o surf da tarde?”, perguntei surpreso a Glen, que nunca perde uma session nas ondas. “Ah, mas já estou lá agora mesmo! Estou surfando”, ele sorri.


Rio e continuo a caminhada. Sinto que surf e Yoga são conectados desde que os primeiros polinésios se sintonizaram com o oceano em suas pranchas de madeira enormes e os primeiros yogis na Índia começaram a se banhar diariamente no Ganges. Os dois povos começaram essas tradições há milênios e ambos praticam por espiritualidade e vitalidade.


Hoje as duas práticas e filosofias de vida são mais populares do que nunca, com milhões de adeptos pelo mundo, e estão se encontrando em diversos caminhos. Kelly Slater, dez vezes campeão mundial, pratica Yoga regularmente e consegue encostar o topo da cabeça nos calcanhares em um glorioso rajakapotasana (postura do pombo real). Professores conhecidos como Shiva Rea organizam retiros de Yoga e surf pelo mundo. Big riders brasileiros como Carlos Burle e Alex Martins creditam seu desempenho em ondas maiores do que prédios de seis andares a práticas diárias de Yoga.


É óbvio que surf e Hatha Yoga complementam-se fisicamente. Ambos podem ser realizados em grupo ou em solitude e silêncio. Ambos requerem força, flexibilidade e muito equilíbrio. Ambos atraem amantes da natureza e mantêm seus devotos jovens, fortes e vibrantes.

 


Momentos místicos
Mas Yoga e surf têm intersecções nos planos mentais e espiritu­ais também. “Ambos o mantêm muito presente”, diz o surfista Taylor Knox, que credita à sua prática de Bikram e de medita­ção a fonte de energia para continuar competindo aos 38 anos, há 16 no circuito mundial. Esse foco e presença necessários para surfar em uma onda – um movimento sempre espontâneo – é geralmente descrito por surfistas como um tipo de experiência mística que os yogis descrevem por milênios: uma fusão do sen­tido do self, do ego ou do “eu” com seus arredores.


“Eu não sabia onde eu terminava e a onda começava”, escreve Steven Kotler em suas memórias surfísticas, West of Jesus, enquanto é impulsionado sem esforço em um turbilhão em espiral de água.


Ou, como a professora de Yoga e surfista Peggy Hall coloca: “Somos unificados com a energia do mar”.
A presença que você desenvolve em uma prática de Yoga serve aos surfistas também nos momentos de tédio, já que nor­malmente a maioria do tempo no surf é de espera e de remadas, mais do que surfando de fato. A técnica yóguica de observar a respiração pode transformar longas calmarias entre as séries das ondas em uma meditação focada. E o simples ato de estar com sensações desafiadoras física ou mentalmente durante a prática de posturas pode treiná-lo a repelir a frustração de surfar em mares cheios de surfistas.


Surfistas-yogis entendem que as duas experiências trocam entre si. “Comecei a surfar muitos anos antes de praticar Yoga, mas surfar me deu uma experiência de ‘Yoga’. Uma vez que comecei a praticar Yoga, reconheci o mesmo tipo de fluxo de consciência ‘no momento’”, diz o professor de Ashtanga Yoga Tim Miller.


Em Yoga, observamos e até movemos as ondas de energia dentro de nós, conhecida como prana, ou “força vital”. Surfando, sentimos a onda de energia externa que tocamos durante a prática de Yoga.


Sendo surfista ou não, aprender sobre essa metáfora pode nos ajudar a levar uma vida yóguica. Lá atrás, nos anos 60, havia nos EUA um pôster de Swami Satchidananda, fundador do Yoga In­tegral, com barba e vestes brancas surfando uma onda havaiana. Dizia: “Você não pode parar as ondas, mas pode aprender como surfar”. Os dizeres tratam de um ensinamento yóguico chave sobre a mente: enquanto você não está apto a acalmar a sua mente em estabilidade permanente e elevada, pode aprender a se relacionar com as infinitas ondas de pensamento de uma maneira mais livre e habilidosa para surfá-las com graça.


Surfar pode ensinar yogis a aceitar as ondas boas e más ao vê-las como impermanentes. Nós todos temos ondas contínuas de pensa­mento, experiência e emoção – ondas de tristeza e de alegria, medo e amor. São constantes. Ainda que haja uma tendência arraigada de pensar que a parte “profunda” de nós mesmos, a parte que sen­timos depois, digamos, uma grande aula de Yoga ou uma sessão de surf no pôr do sol de Bali, é acessível apenas durante as boas ondas; e mantemos um viés tão forte para termos essa experiência que o resto da vida – as ondas menos bonitas – pode se tornar trabalho.


Surfando, você aprende que até as ondas mais imperfeitas são compostas da mesma substância, a mesma água salgada linda que forma as ondas perfeitas, e ambas podem ser experimenta­das em sua totalidade. Surf, como Yoga, é um encontro desafia­dor e válido dia após dia, não importam as condições.

 


As 5 melhores antes do surf
O professor e surfista havaiano Alika Medeiros quebrou o tornozelo em um acidente de surf aos 17 e disseram-lhe que nunca mais voltaria a andar. Medeiros ficou depressivo e dependente de drogas e álcool, mas sua avó, uma massagista da tradição lomilomi, o curou. Medeiros voltou a surfar e ensina seu estilo de Yoga – uma mistura de hula e Yoga que ele chama Kilo Lani (olhar o paraíso).


Aqui ele demonstra a série desenvolvida pela professora e surfista Peggy Hall – uma sequência para produzir calor, aquecer os músculos e articulacões mais usados no surf. Para evitar o cansaço, Hall orienta que você deixe a sua respiracão conduzir seus movimentos, sem se manter nas posturas por muito tempo.



Círculos tai chi
Fique com os pés afastados na largura do quadril. Entrelace os dedos das mãos e estenda os braços. Expire e alongue-se para a direita, então flexione as pernas e abaixe o tronco, mantendo-o paralelo ao chão. Faça círculos elevando os braços até se alongar para a esquerda. Volte ao centro e inspire. Faça círculos quatro a cinco vezes em uma direção. Entrelace os dedos ao contrário e repita do outro lado.

 
Alongamento das costas na posição do cavalo
Afaste os pés e vire-os para fora. Repare como isso alonga a parte interna das coxas. Coloque as mãos sobre as coxas e mergulhe o ombro direito entre as pernas. Olhe para o ombro esquerdo. Isso alongará suas costas, evitando o cansaço de sentar-se na prancha. Fique por uma ou duas respirações, volte para o centro e faça do outro lado. Repita de três a quatro vezes.


Utthita parsvakonasana (postura estendida do ângulo lateral)
Entre na postura do ângulo lateral no lado direito, com o antebraço direito sobre a coxa. Estenda o braço esquerdo e faça círculos no sentido anti-horário. Isso neutraliza o movimento que você faz remando. Alonga a área dos músculos intercostais entre cada costela, o que pode aumentar a sua capacidade pulmonar.

 
Postura do corredor
Entrelace os dedos atrás de você e “junte” as escápulas. Leve o pé esquerdo para trás e fique nas pontas dos dedos. Flexione as duas pernas. Afaste as mãos das costas, em direção ao chão. Mantenha as costas perpendiculares ao chão e mova o cóccix para baixo até sentir um alongamento na coxa esquerda. Troque de lado.



Parivrtta utkatasana (postura torcida da cadeira)
Mantenha os pés afastados na largura do quadril. Leve o braço direito para as canelas como na foto e estenda o braço esquerdo para o céu. Alongue as costas e torça o peito e o ombro, para ficarem bem abertos. Olhe para os pés. Fique por algumas respirações e troque de lado.




Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 11:19
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Yoga e Postura - Ásana

Encontrando a liberdade corporal   através do movimento consciente ou descobrindo um novo corpo através do yoga ?

 

    Quando percebemos que a nossa prática acontece sem nenhuma alteração no progresso ou aprofundamento de algumas posturas que temos dificuldades em vivenciar, nem sempre buscamos verificar o motivo. Quase sempre ficamos desmotivados em verificarmos que alguém do nosso lado é o “faz tudo!”, ou nos acomodamos “Sou muito rígido e não vou mudar, toda minha família é assim”, ou “Não me conformo! Faço na raça e na dor”. Tudo isso gera incapacidade de experimentar o corpo verdadeiramente, pois como diz o filósofo: “Nada está separado de nada, e o que não compreendermos em nosso próprio corpo, não compreenderemos em nenhuma outra parte” (R. Steiner)
    Alinhar o corpo não é somente se ater ao aspecto músculo-articulaçao, é ir mais profundo e perceber que, como um receptáculo, nosso corpo tem espaços internos esperando para serem preenchidos de energia consciente e inteligente, soltando as couraças que amarram nosso ser, impedindo que a energia ascenda. Ter consciência dos espaços internos em cada feixe muscular e em cada articulação é trazer um “bom espaço – Sukha”, viabilizando as reais funções dos mesmos para restaurar e dar vida para ao corpo.
    Falar em Alinhamento sugere algo como postura correta ou ideal. Induz uma potencialização funcional do corpo, ou seja, abrir o corpo, criando espaço não apenas no eixo, mas principalmente no organismo inteiro, da parte externa e interna. Significa alinhar e ajustar corretamente músculos, ossos, articulações, dando segurança na execução dos ásanas; isso sem falar na otimização e economia que permite o corpo se apropriar dos benefícios da lei do mínimo esforço, economizando gastos desnecessários, absorvendo mais vitalidade, mais energia. Assim, aprende-se a usar o corpo como uma unidade, integrando estrutura óssea, espaço articular, tônus muscular adequado e consciência física dos órgãos internos.
    Buscar o alinhamento corporal é necessário, antes de tudo, ter o conhecimento do seu corpo, de dentro para fora e de forma lenta: “Para possuir verdadeiramente alguma coisa, é preciso assimilá-la lentamente” (Krishnamurti).
    O verdadeiro equilíbrio harmonioso de todo ser é reeducar a receptividade através do trabalho corporal. Quando o seu corpo está equilibrado você se abre para a vida.
    O alongamento consciente pode reduzir dores no corpo, aumentando a mobilidade, a flexibilidade, permitindo que cada pessoa entenda seu corpo como essência única, entendendo também suas limitações. Isso evita lutar contra os próprios limites, facilitando os ajustes das posturas e evitando lesões.
    Não basta querer com autoritarismo que o corpo obedeça a uma ordem de amplitude muscular, a não ser que antes aprendamos a escutar o corpo… Diálogos internos, profundos e verdadeiros! Deve-se cuidar dos movimentos e verificar até onde se pode realizar o movimento correto sem desconforto e desestabilização. Isso significa que o movimento deve ser adaptado em cada postura.
    Importante lembrar que a flexibilidade é um fator também genético, sendo que pessoas com hipertrofia muscular também tem limitação mecânica, devido ao trabalho desenvolvido. Mesmo aquele que tem um corpo flexível requer cuidado com a amplitude dos movimentos, pois o excesso desta pode causar frouxidão ligamentar.  Uma forma correta de trabalhar a amplitude dos músculos é perceber o limiar entre o conforto e a dor.
    Para desenvolver a flexibilidade de forma consciente, é necessário perceber a qualidade estática (músculos de sustentação postural) e dinâmica (músculos responsáveis pelos movimentos), para depois se preocupar com o alongamento e finalmente com a amplitude do movimento. Nosso corpo é uma máquina inteligente e o sistema muscular procura comodidade nas diversas posturas corporais, esquivando-se das tensões de alongamento exatamente nos lugares de maior precisão; isso gera movimentos sem alinhamento, dores e vícios posturais. Daí a necessidade de realizar todo movimento em perfeito relaxamento: qualquer que seja a atividade empreendida o relaxamento é uma introdução indispensável; sem ele toda atividade sofrerá restrição provocada por crispações que nem mais percebemos de tão tomados que estamos pela vontade ávida de AGIR.
Pelo relaxamento descobrimos não mais o corpo que temos, mas aquele que somos. Assim, devemos ter sensibilidade, percebendo que o ajuste correto das posturas nos leva a um estado de presença e movimentos internos permanentes, onde todos os músculos da nossa estática agem corretamente.
Isso significa que devemos:

  • Estar sempre atentos à ação do centro de gravidade;
  • Educar dinamicamente a força dos músculos que preservam e sustentam a coluna vertebral;
  • Estabelecer uma relação de energia emitida do centro do corpo para a periferia;
  • Situar bem as articulações e estabelecer relações com os músculos;
  • Estabelecer uma relação íntima do ritmo da respiração com o movimento;
  • Aprender a utilizar o esqueleto para sustentar o peso do corpo, proporcionando uma sensação de leveza, conferindo maior liberdade aos movimentos;
  • Manter a atenção plena em cada movimento integrando corpo/mente;
  • Aprender a executar movimentos corporais isolando cada articulação sem perder a unidade do corpo;
  • Ter auto-observação  explorando as próprias possibilidades sem a necessidade de atingir um objetivo pré-estabelecido nem de fazer o que é correto e esperado, abrindo caminho para a espontaneidade e autenticidade;
  • Soltar, equilibrar e experimentar qualquer parte do corpo, compreendendo que movimento e flexibilidade são a nossa própria natureza.

Mecanicamente, fisiologicamente e psicologicamente o corpo humano é compelido a lutar por um estado de equilíbrio, sendo que “Todo esforço é para chegar a não fazer nada” (Goethe). É justamente nesse momento que encontramos a liberdade de AGIR… Do nosso corpo para o universo!
Enfim… Devemos estar abertos para nos ajustarmos nas posturas corretamente, pois isso induz um processo de despertar algo que não conhecemos dentro de nós mesmos, uma vez que nossas estruturas musculares estão condicionadas a hábitos e ações impregnadas ao longo da nossa vida, que esconde nossos verdadeiros movimentos…

www.yogaganesha.wordpress.com



Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 15:21
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Meditação

       

        Muitas pessoas tem a idéia de que meditação é não pensar. Mas como não pensar? Para começar, praticar meditação está muito mais relacionado a você não estar preso, identificado ou em apego nem resistência com seus pensamentos do que necessariamente não pensar em nada. A realização do não-pensar vem de uma capacidade conquistada, muito trabalhada em que a pessoa está INTEIRA no agora, no momento presente. Mas começar a sua prática de meditação querendo que ela te leve a este estado desde já te condiciona, e a vontade de não pensar vira mais um pensamento no meio do processo todo.

       Colocando no sentido mais próximo do nosso dia-a-dia, praticar meditação não é deixar de pensar. É mais não entrar em conflito com os seus pensamentos. Percebi que ter isso em mente antes de mais nada ajuda muita gente que está começando: “Nossa, que legal, cara, então mesmo que eu pense está tudo bem”.

        Deixando mais claro: a prática de meditação está menos relacionada a se “penso ou não penso” e mais próxima do “conflito com o pensamento ou não-conflito”. A prática exercita a relação com o pensamento ou a sensação ou o sentimento naquele exato momento em que você pára e presta atenção.

        E é incrível isso, porque é só uma questão de prestar atenção, de estar presente e de não fazer absolutamente nada, de lapidar a relação que a gente tem com a realidadeque observa. Não é preciso ter nada vinculado a técnicas extraordinárias, só ao exercício da atenção plena, em que você está inteiro, relacionado de maneira equânime, sem apego e sem resistência com a realidade que está ali, surgindo, desaparecendo, indo e vindo o tempo inteiro. Sem se identificar com os pensamentos.

        O que é essencial para começar a prática? Entender meditação de uma forma “desrotulada”, livre para assumir a responsabilidade de desenvolver o seu treino para ter essa experiência. É pura disciplina, mas não é responsabilidade condicionada. Verdades absolutas e fórmulas podem causar até aversão: “Meditação é não pensar? Ah, então não é para mim.” Busque a simplicidade. O caminho é seu e o processo vive em constante desenvolvimento. Bob Marley deu uma chave na música Redemption Song: 

 

Emancipate yourselves from mental slavery

None but ourselves can free our minds.

(Tornem-se independents da escravidão mental

Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossas mentes)

 

 

 

Por Marco Schultz.



Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 23:22
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Há somente uma Religião, a do amor.

Há somente uma casta, a casta da humanidade.

Somente uma linguagem existe, a do coração.

Há um Deus somente, e Ele é Onipresente".

Sathya Sai Baba



Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 16:08
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Respiração Diafragmática (Abdominal)

Confira também a matéria da revista Veja - "Pausa para Respirar":

http://veja.abril.com.br/091209/pausa-respirar-p-182.shtml



Escrito por priscilayoga@hotmail.com às 15:20
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Técnica de Limpeza Nasal

Esta técnica além de ser uma ótima limpeza  é indicada para pessoas com dificuldades respiratórias, rinite, sinusite, ronco, etc. Não utiliza remédios, é natural!!

O Lota é um bom modo de nos ajudar a melhorar nosso prana (energia vital) e fortalecer nossa imunidade. Seu uso regular reduz nossa propensão ao uso de atibióticos.

A solução que se deve usar no lota consiste, em geral, em água morna com um pouco de sal dissolvido. Misture cerca de 1/4 de colher de chá de sal para uma xícara de água morna.

O Lota deriva da tradição do hatha yoga, que definiu originalmente em detalhes seu uso. Os grandes gurus do hatha yoga, de antigos personagens como o lendário yogue Gorakhnath a mestres modernos como Swami Vishnudevananda,  sempre ensinaram seus discípulos a usar o lota como parte integrante de sua disciplina diária.

Mais informações:  NETI: Segredos Terapêuticos do Yoga e do Ayurveda - Dr. David Frawley - Pensamento.    www.lota.com.br



Escrito por Priscila às 15:54
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Ásana

Ásana é o termo sânscrito referente às posições realizadas na prática de yoga. Os ásanas proporcionam diversos benefícios para o corpo, como: equilíbrio, força, flexibilidade, consciência corporal, boa postura, controle corporal, etc. Os benefícios não são só físicos, afinal, tudo está ligado corpo-mente-emoção-alma, então nos beneficiamos como um todo, encontrando equilíbrio, despertando estados internos positivos, desbloqueando e liberando emoções negativas e reprimidas.

Você estará realizando um ásana quando estiver com a mente presente, com consciência da respiração, mantendo o foco interno e se observando. Assim é a pratica do yoga, muito mais que uma posição desafiante ou relaxante, é um estado interno. O fato de realizar ásanas maravilhosos e difíceis não representa o verdadeiro estado de yoga, se não, poderíamos chamar os ginastas de super yogis. O ásana é um dos meios (das técnicas do yoga) que te encaminha para o verdadeiro estado interno. Não se preocupe com o quão lindamente você faz um ásana, com a sua facilidade ou dificuldade, com o encurtamento muscular ou a força, porque todos podem praticar yoga. Não há competição, não há comparação, não há cobrança ou julgamento, o que realmente importa é a sua verdade consigo mesmo, a aceitação e o contentamento de como você está hoje, sabendo que com dedicação e disciplina estará sempre superando seus limites e evoluindo na sua prática.

         Pratique com desprendimento em relação aos resultados,  quando menos esperar eles aparecem!!

         Namastê!!!



Escrito por Priscila às 14:44
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Revista Mente e Cérebro

Yoga pode diminuir ansiedade e depressão

Técnica milenar ativa áreas cerebrais que contribuem para a sensação de satisfação e bom humor.

 

A prática de yoga pode reduzir sintomas de transtornos de humor e trazer sensação de satisfação. A conclusão é de um estudo realizado pela pesquisadora Thais Godoy, do Instituto de Medicina Comportamental do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O experimento comprovou a eficácia da técnica como recurso terapêutico que pode ser usada como terapia complementar ou recurso em tratamentos psicológicos ou psiquiátricos.

De acordo com o orientador da pesquisa, Ricardo Monezi Julião de Oliveira, professor do Unifesp, a prática incentiva as pessoas a tomar consciência do corpo e de suas tensões por meio de posturas físicas. Por focar o autoconhecimento, a concentração e a meditação, o yoga pode contribuir para facilitar a autoconfiança e o senso de controle.

Para chegar a esse conclusão, 30 funcionários, com idades entre 20 e 45 anos, foram divididos em duas turmas. Os primeiros 15, do grupo experimental, praticaram as técnicas de yoga durante três meses, participando durante 50 minutos da aula; os demais pertenciam ao grupo controle e não fixeram os exercícios. Após esse período, os questionários de avaliação clínica (considerando aspectos como qualidade de vida, depressão e ansiedade), com perguntas objetivas, foram interpretadas por uma psicóloga. As técnicas foram aplicadas em sequência estruturada, usando como referência, o Yoga Sutra de Patânjali, também conhecido como Ashtânga, que considera as posturas físicas (os ásanas) uma preparação para as técnicas meditativas e respiratórias, auxiliando na concentração e relaxamento ao final da prática.   



Escrito por Priscila às 10:37
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Exercícios Respiratórios

 

Exercícios Respiratórios do Yoga

 

 Adhama Pránáyáma (respiração abdominal): A expiração é naturalmente mais longa isso produz uma ação sedativa sobre o sistema nervoso.  Gera autocontrole, autopercepção e estabilidade emocional. Ótimo para pessoas tensas e preocupadas.

  • Inspire permitindo um movimento abdominal para fora;
  • Retenha o ar por alguns instantes;
  • Expire retraindo o abdome, procurando esvaziar os pulmões o máximo possível.

Raja pránáyáma (respiração completa): Aumenta a oxigenação sangüínea, reduz a freqüência cardíaca. Bom para cardíacos e hipertensos.

  • Inspire projetando o abdome p fora, em seguida o movimento ondula para as costelas que se afastam p os lados e finalmente dilatando a parte mais alta do tórax.
  • Expire, soltando o ar da mesma forma que inspirou, primeiro parte baixa, depois da parte média e finalmente da parte alta dos pulmões.

Nadí Shodhana pránáyáma (respiração alternada): Purificação dos canais de energia. Revigora todo o sistema nervoso, melhorando os reflexos, o intelecto, a saúde em geral.

  • Obstrua a narina direita;
  • Inspire pela narina esquerda;
  • Com os pulmões cheios troque os dedos de narina, obstruindo agora a esquerda, utilizando a mesma mão para obstruir a outra narina;
  • Expirar pela narina direita;
  • Inspire pela direita;
  • Pulmões cheios trocar os dedos de narina, obstruindo agora a direita;
  • Expirar pela narina esquerda.

 

Inicie praticando 5 min. por dia, com o tempo aumente para 10-15min. Você conseguirá perceber grandes benefícios na sua saúde física, mental, emocional. Depois da prática fique por alguns instantes em silêncio, se observe, medite.

Boas práticas!Alegre

priscilayoga@hotmail.com



Escrito por Priscila às 16:03
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O Mantra mais Profundo

RESPIRAR: O MANTRA MAIS PROFUNDO

Inspire e deixe que o inspirar reflita-se no seu ser. Expire e deixe que o expirar reflita-se no seu ser. Sentirá um tremendo silêncio descendo sobre você. Este é o mais profundo mantra jamais inventado: ver o ar entrando e saindo, inspirando e expirando. Você respira aqui e agora. Não é algo que possa fazer ontem ou amanhã; você tem de respirar neste momento. Mas você pode pensar sobre ontem e sobre amanhã. Assim, o corpo fica no presente e a mente fica pulando entre o passado e o futuro; há uma divisão entre o corpo e a mente. O corpo está no presente e a mente nunca está; eles nunca se encontram. Por causa dessa divisão é que a ansiedade, a tensão e a angústia surgem. As pessoas são tensas por causa das preocupações. A mente tem que ser trazida para o presente porque não existe nenhum outro tempo. (Osho)


Escrito por Priscila às 11:18
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Os Oito Passos do Yoga

 

Os Yoga Sutras (primeiro tratado filosófico dedicado exclusivamente ao Yoga) mostram que a prática do yoga vai muito além da realização de posturas físicas. Escrito por Patañjali no período entre 500 e 200 a.C.

        

Na realidade trata-se de um sistema filosófico dividido em 8 passos:

 

1.     Yama: Prescrições éticas

Ahimsa: Não violência. Como viver sem violência: alimentação, atos, palavras, consciência ambiental, consumo inteligente, reciclagem, reutilização, etc.

Satya: A verdade. Ser verdadeiro, honesto ou virtuoso.

Asteya: Não roubar.

Brahmacharya: Autocontrole, moderação.

Aparigraha: O desapego, não cobiçar. Não ser possessivo.

 

2.     Niyama: disciplinas pessoais

Saucha: Pureza, limpeza interior e exterior.Os principais aspectos de saucha são pensamentos puros e limpeza física.

Santosha: Contentamento ou satisfação.                                

Tapas: Esforço sobre si mesmo, superar-se. Três tipos: com o corpo, com a fala e com a mente.

Svadhyaya: Autoconhecimento ou auto-estudo.                     

Ishwara pranidhana: Auto-entrega, Fé.

 

3.    Ásana: posturas através das quais se obtém o equilíbrio psicofísico;

4.    Pránáyáma: controle da energia vital por meio de exercícios respiratórios;

5.    Pratyahara: controle dos sentidos;

6.    Dhárana: concentração;

7.    Dhyana: meditação;

8.     Samádhi: controle completo das funções da consciência.



Escrito por Priscila às 15:51
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Refúgio Carpe Diem- Novembro de 2009

 Evento especial, num lugar especial, com pessoas muito especiais!!Riso

Alimentação saudável, caminhadas, práticas de yoga e meditação, palestras, música para a alma e muita alegria!

Facilitadores: Priscila Finkler Thormann - Educadora Física e Instrutora de Yoga; Carlos Lampert Filho - Nutricionista e Terapeuta; Davi Camilo e Grupo SOMA - Instrutor de Yoga e músico.

 

 

 



Escrito por Priscila às 15:36
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Yoga no Parque

Integração, união, celebração, auto-conhecimento, alegria, conexão interior, conexão com a natureza...Yoga!!

Energia radiante do Sol...

Que bOM nos reUNIRmos - YOGA! Obrigada queridos!! Namastê!



Escrito por Priscila às 22:19
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